Omegacast – Episodio 43 – Bullying

AAAAAEEEEEEWWWW GAlera comoçando um novo omegacast , Onde nosso anfitrião Claudio, O Dragão Dourado recebe a Aya , Tohno Shiki e Ghosturbo do Lagcast e Manoel Calaveira do Jurassicast para falarem de um tema que afeta muitos, o Bullying

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  • Baixando hoje pra ouvir e comentar.

  • aLx

    Esse foi o comentário que tu fez pra me roubar o first? Q safado!
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    =P
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    Quero ver essa sua resposta completa, hein!
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    Abraços.
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    aLx

  • aLx

    Falaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, Omegâmicos!
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    Grande podcast. Parabéns pela participação de um Jurássico — com quem, aliás, me peguei em uma discussão sobre Crepúsculo outro dia.
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    Discutir sim. Brigar jamais!
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    Achei algo interessante no podcast, cada integrante sofreu um LEVEL de Bullyng. Teve quem sofreu um pouco e teve quem ficou traumatizado.
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    É lastimável isso.
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    Na minha época de escola eu fazia parte da turma do fundão. Fiz algum bullyng e nunca escondi isso. Mas tenho na memória que era mais uma zoação que não chegava a causar transtornos.
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    Prova disso é que muitos dos BULINADOS acabaram virando amigos depois.
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    Na minha época — q papo de velho — enfim, na minha época o bullyng ocorria alí pelos 13 / 14 anos. Hoje vejo isso bem mais cedo nas escolhinhas da vida.
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    Na escola do meu filho — que tem 5 anos — já percebi um valentãozinho.
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    Me preocupo em saber como as coisas estão. Até agora tudo bem.
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    Crianças são — por natureza — maldosinhas. São muito competitivas e se uma criança é bem esperta e outra é bem fortinha, cada uma vai usar as suas Skills para se beneficiar em um confronto.
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    Evidente que o filho é um espelho do pai. E se a criança é agressiva na escola, isso quer dizer algo sobre a casa em que vive.
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    MAS não devemos chamar a tudo de bullyng.
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    Tenho ouvido falarem de bullyng no trabalho. Até onde sei, bullyng é algo típico da escola. Se algum tipo de assédio acontece no trabalho, a pessoa deve saber se posicionar e se defender.
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    Reclamar com chefe, sindicato e o que mais for necessário para se proteger.
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    É foda, mas uma hora todos nós precisamos enfrentar o mundo.
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    Melhor que seja mais cedo.
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    Abraços.
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    aLx

  • Lembro bem que no meu tempo de escola (anos 50/60) e na dos meus filhos (anos 70/80), considerando cursos primário, ginasial e científico (hoje 1º e 2º graus), sempre teve aquele cara ou um grupinho de alunos gozadores, provocadores e metidos a fortões.
    Costumavam gozar com a cara dos mais fraquinhos, baixinhos, gordinhos e “viadinhos”.
    Apesar das épocas, onde se fazia muita piada sobre negros, eu nunca presenciei qq atitude tipo “bullyng” com colegas por causa de raça.Não havia esse tipo de discriminação entre a garotada na escola.
    Esses “fortões” folgadinhos, irritavam muito os colegas, mas não havia qq tipo de violência como nos dias de hoje. A gente dizia: “Vou falar pro meu irmão mais velho te pegar lá fora” ou dávamos uma de George McFly, tomávamos coragem e…porrada no Biff.
    Daí os carinhas paravam logo de bulinar a gente.

    Certamente, esse tipo de violência maior, que acabou mundialmente se chamando de “bullyng”, veio do exemplo de gangues formadas em favelas ou guetos liderados por traficantes, além de muitos filmes que tb influenciaram a garotada a formar grupos da pesada.
    Esses grupos (inclusive eu ouvi isso de meu sobrinho já nos anos 2000), encarnavam nos outros com muita violência e ameaças do tipo: “Eu quero o seu relógio. Saiba que nós somos do morro XXXX”.
    Pelo noticiário, a criança bulinada já associava que aquele grupo de colegas poderia lhe fazer algo muito mais perigoso. Existem relatos de meninos estarem no colégio com canivetes, facas e até revólveres.
    Dessa forma o “bullyng” tomou proporções incontroláveis e esses grupos começaram a sacanear também pessoas com defeitos físicos, doentes e até mesmo professores.
    Muitas crianças e jovens devem ter sofrido muito com esses grupos e que ainda existem nos dias de hoje.

    Uma coisa que eu discordo totalmente do meu querido Calaveira, é quando ele disse que a educação deve ser dada pela família e não pela escola.
    Logicamente que sobre a educação dada pelos pais eu concordo totalmente e isso certamente foi a base daquela época dos anos 60 a 90, porém, naquele tempo, grande parte das mulheres não trabalhavam fora ou mesmo largavam o emprego para se dedicarem à criação dos filhos.
    Nas últimas décadas, isso não se tornou mais possível e as mulheres estão aí ralando muito e ainda tendo seus afazeres em casa. Duvido muito que as mães de hoje tenham o tempo que a minha teve para sentar comigo todos os dias pra me ajudar nos trabalhos de casa.
    Pra mim (ainda sobre o que disse o Calaveira) a escola é uma instituição EDUCACIONAL e é regida pelo Ministério da EDUCAÇÃO e Cultura. Portanto, cabe à escola EDUCAR os alunos também.
    A verdade é que falta pulso, interesse, gestão, competência ou sei lá o que mais, dos governos, em absorver essa função que, repito, também é deles e o povo paga por isso.
    Se a criança não dispõe de tempo dos pais para educá-los devidamente, a escola deveria fazer esse papel, principalmente as que são públicas e que estão dentro dessas comunidades mais violentas.
    Se fizessem menos estádios de futebol (esporte que adoro), menores gastos com salários dos políticos e obras desnecessárias, os programas educacionais, os salários dos educadores, as instalações e a segurança das escolas estariam preparadas para eliminar
    de vez (ou minimizar bastante) os casos de “bullyng”.

  • aLx

    Me conjurou no twt, eis-me aqui para replicar o vosso comentariozinho!
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    Aliás, excelente comentário!
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    Achei interessante o seu ponto de vista de um Bullyng mais violento. No entanto, pelo que tenho conversado com alguns brotheres BULLINADOS, acho que o lance que realmente pegou foi o TERRORISMO INTELECTUAL. A repetição inacabável de piadinhas, ridicularizações, etc.
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    Esse negócio de entrar armado em colégio — e não estou falando dos loucos assassinos com nos EUA e nosso triste evento no RJ — são coisas mais típicas nas periferias das nossas cidades.
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    Penso que o “bullyng moleque, de raíz” é justamente esse da zoação exagerada.
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    Por exemplo, vi outro dia, que o bullyng está evoluindo para o cyber bullyng, quando a “turminha” da escola começa a zoar comentários de fotos no facebook, mandar twts de zuação, etc.
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    Repito:
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    O lance de dizer que bullyng é formador de caráter não é uma apologia ao bullyng e sim uma forma de incentivar a superação que devemos ter para melhorarmos como pessoa.
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    Na vida ADULTA nada é fácil.
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    Teu chefe não vai ser bonzinho como suas professoras são.
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    O motorista do ônibus não vai te colocar no carro e prender o cinto de segurança como seu pai e mãe faziam qdo vc era criancinha.
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    Então, o jeito é aprender a enfrentar o medo e as dificuldades. Pq chorar e se “VITIMIZAR” não resolve nada.
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    Sobre a questão de ESCOLA EDUCAR, isso é complicado. Acho que a escola — como eu penso — deveria ter o papel duplo de educar e instruir.
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    Instruir é ensinar quem descobriu o Brasil, fórmula de Bháskara, relações de dupla-troca, biologia, EMC (hehehehe) etc, etc, etc.
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    E, claro, educar na medida de ensinar para a criança que dentro de uma escola existe uma hierarquia que deve ser respeitada. Acho que uma escola é um treinamento para a vida adulta. Como se fosse uma empresa mirim.
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    E a outra parte da edução (não falar palavrão, não correr, não gritar, falar baixo, enfim, questões comportamentais) deve ser ensinado pelos pais.
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    E termino dizendo:
    Precisamos tomar muito cuidado ao rotular tudo como bullyng. Senão teremos na próxima geração dois tipos de pessoas:
    – Os bullers, ignorantes e agressivos
    – Os bulinados, cagões, traumatizados e incapazes de tomar decisões na vida.
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    Totalmente lastimável.
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    E, procurem pelo texto: “Meu filho, você não merece nada!”, que já foi pauta do Café Brasil e mostra como filhos super protegidos podem acabar virando um problema na vida adulta.
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    Abraços.
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    Sensacional poder respondê-lo, bom velhinho!
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    aLx

  • Grande aLx
    Entendi totalmente seu ponto de vista e concordo que fui muito além incluindo a violência física no bullyng.
    Mas há de concordar que essa zoação implacável sobre um defeito físico, ou se o cara é nerd, ou se a mamãe vem pegar de carro todo dia, também é uma forma de violência e que traumatiza a criança, às vezes, para sempre.
    Por isso que uma educação dentro da escola (aí inclui psicólogos tb), pode fazer com que aquele que é bulinado não sinta tanto esse trauma e que o bolinador tb entenda que esse tipo de coisa não deve ser feita.
    Hoje, alguns crimes (homicídios, estupros) procuram ser “mascarados” por advogados, que o réu os cometeu porque sofreu “bullyng” quando era criança e esse trauma o transformou num revoltado contra tudo e contra todos.

    A grande verdade é que falta mesmo educação, amor, vontade política e o problema da punição, que deve ser aplicada desde cedo, em forma de castigo, muita conversa mostrando o mal que essa criança faz ao seu coleguinha e, na adolescência, leis mais severas para essas atitudes.

  • @nanoticias

    Ainda nem ouvi, mas estou comentando por que o Nerdanderthal mandou. Vou ouvir e comento de novo.

    • Claudio, O Dragão Dourado

      @@nanoticias, Comenta mesmo heim estou aguardando ansiosamente

  • Caraca! Não sabia que estava mandando tanto assim.
    Aí, Cláudio, depois mando a conta, falou?

    • Claudio, O Dragão Dourado

      @Nerdanderthal, pago tudinho de uma vez no fim do ano

  • Olá pessoal do Omegacast, tudo bom?

    Muito legal o papo sobre bullying.

    Sabe, quando eu era mais novo, sofri bullying tb. Confesso que se fosse hoje em dia, as coisas seriam diferentes, mas, sobrevivi. Concordo com o Calavera disse, hoje em dia, é tudo muito exagerado, o mundo é um lugar mimado e frágil. As vezes penso que vivemos em uma época de transição, que algo grande vai acontecer, pois estamos neste aspecto comportamental, indo pelo caminho errado.

    Foi muito interessante a abordagem do programa, pois todos já tinha sofrido algum episódio e tinha algo para falar.

    Valeu!

    Abraços!

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  • Marcos

    Faço curso de CFC no meu bairro já estou prestes pra terminar, desde o começo peguei uma turma só de mulheres, nisso até acho normal,mas o problema é que quando a aula começa o professor solta asa asinhas, nisso não vejo problema,mas é quAndo ele se exibe e já coloca apelidos em você, sem ter algum motivo, sou quieto, fico na minha, então já logo de cara ele já colocou um apelido em mim (CAIXA D’ AGUA). Nem imaginava que nos meus 34anos sofreria Bullyng, com várias coisas incomodas durante a aula de CFC, até que chegou a um ponto que iria explodir de raiva e insatisfação, quando a maioria doa alunos estavam conversando alto e eu quieto na minha, quando o professor pediu que abrissem o caderno na pagina de primeiro socorros, ele jogou no meu peito,um fluido de um carro, sinceramente, não fui pracima dele por que poderia ser pior e não queria desonrar minha familia e minha reputação com todos do meu bairro, deixe pra lá, contei até 10, e até um rapaz do lado pediu pra que eu descontasse nele, mas não fiz isso, seria pior, fiquei metade da aula sem olhar pra cara dele… Infelizmente é assim, fala mais uma aula pra terminar e fica um pouco de trauma do ocorrido, mas tem mais histórias durante esse 10 dias Humilhantes e traumaticos, pagar 120 reais pra isso? Numa sala aonde reinou a casa da mãe joana é simplesmente lamentavel, mas eu contei uns dos principais momentos ruins. Deixo aqui meu pequeno relato sobre Bullyng

    Um abraço a todos e até breve

    Marcos – Engenho Novo – Barueri – SP

    • Claudio, O Dragão Dourado

      @Marcos, Nossa no CFC é a primeira vez que ouço falar de Bullying, Tenso heim, isso prova que não tem lugar pra idotas fazerem bullying. Obrigado por comentar , história interessante e bem diferente.

  • Marcos

    Valeu, Dragão Dourado te agradeço

    paz!!!

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